▫️ EINSTEIN

Estreia 1998 (ver teaser)

O espetáculo “EINSTEIN” completa 17 anos no Brasil e já esteve em mais de 600 cidades brasileiras.

“Tudo que é dito na peça é historicamente do EINSTEIN” contou o autor canadense.

A peça humaniza o mito e percorre os vários aspectos da personalidade do gênio, do jeito engraçado como narra sua infância à dor de sua desatenção familiar e sua vocação solitária. Alcança o ápice quando trata da relação ciência e poder, compondo com íntima dramaticidade a história do maior cientista do século 20.
Enquanto se veste para um jantar, Einstein conversa com a platéia em tom intimista. Em dúvida se faz um discurso ou se toca violino ele acaba revelando, com simplicidade e bom humor, seu processo criativo, suas teorias, seu relacionamento familiar, suas dificuldades escolares e o domínio nazista na Alemanha de 1930. Discute o poder e a ciência, a ética e faz um libelo contra o terror das guerras e toda a forma de opressão e violência

Ficha Técnica
De Gabriel Emanuel
Tradução Rosamaria Franceschini

Direção Sylvio Zilber
Com Carlos Palma
Projeto de Luz Lucia Chedieck
Cenário e Figurino Cristina Fischetti
Trilha Sonora Wanderley Ribeiro (in memoriun)
Sonoplastia Sérgio Yamamoto
Produtores Adriana Carui e Carlos Palma

PRÊMIO MAMBEMBE – MELHOR ATOR
Carlos Palma – (1998/Funarte)

“Einstein Vive!” (VEJA – Rio, Débora Ghivelder)
“Um gênio mais próximo de todos nós.” (O GLOBO, Bárbara Heliodora)
“Uma interpretação brilhante e comovente.” (VEJA – SP)
“Um jogo seguro do ator que resiste a tentação de brilhar mais que o personagem.” (JORNAL DA TARDE)
“É impressionante como parece o próprio Einstein.” (Jô Soares)
“Imperdível.” (TV CULTURA – Metrópolis)
“Faz olhar velhos problemas sob um novo ângulo.” (TRIBUNA JUDAICA)


▫️ DA VINCI PINTANDO O SETE


Estreia 2000

Uma aventura com o gênio criativo Leonardo Da Vinci. Nesta ficção infanto-juvenil o artista e cientista italiano está cansado de atender a rainha com suas invenções, ele então arrisca voar para longe em sua máquina voadora e sonha com sua Monalisa.

Ficha técnica
autor Francisco Alves
direção Carlos Palma
com Adriana Dham, Bernardete Alonso, Paulo Ferrer
cenografia Cristina Fischetti
figurino e adereços Marichilene Arteviskis
iluminação PH
trilha sonora Wanderley Ribeiro (em memória)
fotos e edição de arte Adriana Carui
produção e realização Núcleo ACP

▫️ COPENHAGEN

Estreia 2001 (ver teaser)

COPENHAGEN é uma trama de suspense, amizade, mistério e espionagem, tendo a questão nuclear, a ética e a responsabilidade dos cientistas como temas centrais. Fala de um explosivo e misterioso encontro que mudou o rumo da história. Em 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, os pais da física quântica, Niels Bohr (Oswaldo Mendes) — judeu dinamarquês — e Werner Heisenberg (Carlos Palma) — alemão encarregado do programa nuclear de Hitler — têm uma breve e secreta conversa sobre a construção da bomba atômica, em Copenhagen, então sob ocupação nazista.
As diferentes versões deste encontro entre os dois renomados cientistas são revistas com os personagens já mortos, agora com a presença de Margrethe Bohr (Selma Luchesi), mulher de Niels. O espetáculo revela as implicações das decisões humanas e um profundo pensar sobre o mundo e nossas vidas, usando a ciência como metáfora para fortes emoções.

“O público gosta de ser desafiado!” comentou o autor inglês quando recebeu o Prêmio Tony na Broodway.

PRÊMIO QUALIDADE BRASIL 2001
 – melhor DIREÇÃO
PRÊMIO QUALIDADE BRASIL 2001 – 
melhor ESPETÁCULO
PRÊMIO QUALIDADE BRASIL 2001
 – ATOR Carlos Palma (indicado)
PRÊMIO SHELL 2001 – DIREÇÃO 
(indicado)
PRÊMIO SHELL 2001 – ILUMINAÇÃO (indicado)
PRÊMIO SHELL 2001 – CENOGRAFIA (indicado)
PRÊMIO ESTÍMULO FLÁVIO RANGEL 2001
 – Governo do Estado de São Paulo

Ficha Técnica
De Michael Frayn
Tradução Aimar Labaki
Direção Marco Antonio Rodrigues
Com Carlos Palma, Oswaldo Mendes e Selma Luchesi
Produtores Adriana Carui e Carlos Palma
Cenário Ulisses Cohn

Iluminação PH
Figurino Pablo Moreira
Trilha Sonora Dagoberto Feliz
Sonoplastia Sérgio Yamamoto

Vídeo Zeca Rodrigues
Operação de vídeo Paulo Alvarenga

“Isso é que é teatro!”
(O GLOBO, Bárbara Heliodora)
“Não percam, é fantástico.”
(Joana Fomm, atriz)
“É teatro da melhor qualidade.”
(VEJA – Rio)
“Um espetáculo primoroso. E que texto, meu Deus!”
(Alcides Nogueira, autor de teatro e TV)
“Prepare-se para uma discussão deliciosa.”
(VEJA – São Paulo)
“Fascina até mesmo os leigos em física quântica.”
(Alberto Guzik, crítico de teatro)
“A ciência a serviço do drama.”
(JORNAL DO BRASIL, Macksen Luiz)
“Um encontro de ‘semi-deuses’ humanos.”
(FOLHA DE S. PAULO, Valmir Santos)
“Dois grandes atores, Oswaldo Mendes e Carlos Palma, amparados por Selma Luchesi.”
(FOLHA DE S. PAULO, Kil Abreu)
“O texto é raro, a direção é rara, as interpretações, raras. Emoção da mais alta qualidade!”
(Naum Alves de Souza, autor e diretor de teatro)
“O público não é apenas testemunha, mas também juiz.” (GAZETA MERCANTIL, Maria Lúcia Candeias)
“O espetáculo é brilhante. A melhor aula de dramaturgia que tive nos últimos anos.”
(Lauro César Muniz, autor de teatro e televisão)
“O autor tempera tudo com muita paixão e humor.”
(O ESTADO DE SÃO PAULO, Beth Néspoli)

▫️ PERDIDA – UMA COMÉDIA QUÂNTICA


Estreia 2002

A ciência tem dado asas para a ficção e em nosso caso esta ficção se converteu em teatro. Utilizando o humor como elemento relativizador do pensamento lógico e como força destruidora do sentido comum, Perdida… propõe uma inusitada experiência cênica, um jogo que provoca o espectador — não para conduzi-lo a uma realidade fantástica senão, muito pelo contrário, confrontá-lo com estas dimensões propostas pela ciência.
O choque entre uma doutora em física de uma universidade americana (Flávia Pucci) e a realidade — encarnada pela figura do segundo vice-secretário de um clube de divulgação cultural de uma pequena cidade (Oswaldo Mendes) — nos coloca em um cotidiano que, apenas estabelecido, começa a despedaçar-se. Aparece um terceiro personagem, um turista (Carlos Palma), afirmando estar em Praga; a doutora, inesperadamente afirma estar nos Apalaches. Eles se encontram em um mundo de coordenadas enlouquecidas, possível, mas pouco provável. Repentinamente, a cientista desnorteada passa a vivenciar as manifestações sobre as quais teorizava: Os Paradoxos do Espaço e do Tempo.
Um jogo cômico onde a platéia deve ficar atenta para não embarcar apenas na realidade do segundo vice-secretário; a doutora e o turista é que realizam o “salto quântico” e alteram suas “órbitas” — mas é o ocioso turista quem enxerga o fenômeno do espaço-tempo —, eles se fundem num beijo (para ilustrar a fusão diz o autor), ocupam dois lugares ao mesmo tempo e finalmente, a realidade, a “de verdade”, volta a cena como sempre…

O que aconteceria com nosso cotidiano se o tempo não seguisse normalmente seu curso e o espaço não fosse tão perceptível, se ao mesmo tempo estivéssemos aqui-agora e em Praga nos anos 40?
Estamos nos permitindo imaginar em cena o que a Ciência propõe. A teoria da relatividade e a física quântica oferecem noções de espaço e de tempo que não correspondem à nossa experiência no dia-a-dia, mas o teatro, com sua prodigiosa liberdade, nos permite vivenciar esta realidade — um jogo cômico talvez “mais real” do que este mundo de convenções em que vivemos.

PRÊMIO SHELL 2002 (indicado)
 – MELHOR ATOR Oswaldo Mendes

Ficha Técnica
de José Sanchis Sinisterra

tradução Cristiane Jatahy

direção Marco Antônio Braz
com 
Flavia Pucci
, Oswaldo Mendes
, Carlos Palma
cenário e figurino Adriana Carui e Carlos Palma

criação de luz PH
trilha sonora Sérgio Yamamoto
assistente de direção Adriana Dham
assistente de luz Paulo Jordão
produção  Núcleo ACP
assistente de produção executiva Paulo Alvarenga
produção, comunicação e administração Núcleo ACP

▫️ QUEBRANDO CÓDIGOS

“Ele imaginou o computador… 
só não conseguiu vencer o preconceito.” sobre Alan Turing

Tão importante quanto o conhecimento é a imaginação, é saber formular perguntas. O Teatro e Albert Einstein nos ensinam isso. Ao investigar o ser humano até às últimas conseqüências, o Teatro tem feito há milhares de anos as perguntas necessárias, levantando questões que ajudam a compreender a complexidade da matéria de que somos feitos.

E o Teatro é, para nós do projeto Arte e Ciência no Palco, a razão de ser do nosso mergulho no mundo da ciência, para também aí propor novas questões que nos ajudem a entender essa bela obra de arte que o Homem é, no dizer de Shakespeare. Esse Homem que descobre estrelas e decifra a natureza. Einstein nos ensinou a reinventar o tempo e o espaço, como Da Vinci a desafiar o desconhecido, e Niels Bohr e Werner Heisenberg a mergulhar no mundo da menor partícula do átomo.

Brincamos com os paradoxos da ciência para lembrar os homens da ciência que eles são feitos da mesma matéria frágil dos comuns mortais. Einstein, Da Vinci – Pintando o Sete, Copenhagen, Perdida e, agora… Quebrando Códigos.
Depois da Física, a Matemática. E com a Matemática as mesmas velhas perguntas que os gregos desde antes da lógica de Aristóteles nos ensinaram a formular. Neste maravilhoso mundo novo que a Matemática ajudou a criar, feito de chips e bites, emerge a figura trágica de um homem, Alan Turing.

Mais que propor respostas, ele soube fazer as perguntas necessárias. Dizer que esse matemático genial é um dos pais do computador e da moderna ciência da computação é dizer pouco. As suas perguntas sobre a possibilidade de máquinas pensantes continuam ecoando ainda sem respostas.

Talvez a vida e a morte de Turing possam sugerir alguma resposta. Não para uma nova máquina a ser criada, mas para esse velho e fascinante complexo de sistemas que é o Homem. E a resposta se insinua em novas perguntas. Como eliminar os abismos entre o pensar e o sentir? Como sobreviver a um mundo de códigos quebrando códigos? Que novo teorema virá nos demonstrar o certo e o errado?

PRÊMIO SHELL 2003
 – Indicação MELHOR ATOR Carlos Palma

Ficha Técnica
De Hugh Whitemore
baseado no livro Alan Turing, O Enigma (A.Hodges)

tradução Luiz Fernando Tofanelli
Direção Roberto Vignati
Com
 Carlos Palma, 
Oswaldo Mendes, 
Flavia Pucci
, Edgar Bustamante,
Valdemar Dias Junior e convidados especiais 
Rubens de Falco e
 Arllete Montenegro
cenário Carlos Palma e 
Chrys Aizner
iluminação PH e Roberto Vignati
figurinos Marco Lima e 
Leopoldo Pacheco

trilha sonora Sérgio Yamamoto
 e Roberto Vignati
efeitos visuais e animação Eduardo Gurman
assistente de direção Abigail Tatit
preparação corporal Sandra Lucia Gomes

consultoria vocal Gilda Vanderbrande
visagismo Adriana Vaz
colaboração de efeitos visuais e animação Emerson Godói
consultoria técnica de iluminação (painel) Fábio Retti
assessoria de imprensa Manoel Carlos Jr.
fotos Gal Oppido
edição de textos Oswaldo Mendes e 
Jacyra Octaviano
edição de arte Carlos Palma e
 Adriana Carui
poster com efeito digital Adriana Carui
 sob foto de Kátia Fanticelli
confecção de figurinos femininos Zezé de Castro
confecção de figurinos masculinos Alfaiataria Domingos De Lello
cenotécnica Max Schiftan, Paulo Mingoni,
 Antonio Shimanski, José Luiz Shimanski,
 Willian Emerson Luca da Silva 
e Ulisses Luca da Silva
operador de luz Beto Pereira
operador de som Sérgio Yamamoto
operador de vídeo Anselmo Alves

direção técnica de palco Paulo Mingoni
técnico de palco Edson Shimanski
camareiras Dirlene Emílio e Antonia Sacramento
assessoria jurídica Carnide & Associados
assessoria contábil AV União Contábil
auditoria JDM Auditores e Consultores
relações comerciais Z3M Planejamento
coordenação executiva Anette Lomaski
produção executiva Gabriela Penteado
administração Eliana Villas Boas
apoio operacional Almir Vrech, Arnaldo Pereira Guerra Junior, Adriana Frazão Sala,
 Glaciane Alves Rocha, Tathiana Castanho
realização 
Acesso Cultural Produções Ltda., 
Blitz Promoções Culturais S/C Ltda.
 e Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro

▫️ E AGORA SR. FEYNMAN?

Estreia 2004

Sábado. Junho de 1986. O físico Richard Feynman em seu escritório no Caltech, Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ele está ali para estudar e para ensaiar a sua participação à noite como ator e tocando bongô no musical South Pacific, com o grupo de teatro da universidade. Com câncer em estado avançado, é informado pelo seu médico da urgência de uma nova cirurgia na segunda-feira, mesmo dia em que deve dar uma palestra sobre “O Que Nós Sabemos”.

Em dúvida entre fazer ou não a cirurgia, a quarta em quatro anos, recebe a visita inesperada de uma aluna do curso de Física 10. Sem perder o bom-humor, Feynman reflete sobre a sua vida na ciência, a paixão pelas mulheres e pela música, a lembrança da sua participação na construção da bomba atômica, o prazer em divertir-se com o seu trabalho, o amor impiedosamente crítico pelo Brasil, a impaciência agressiva com as autoridades que manipulam os cientistas. Diante da possibilidade da morte, ele declara seu amor à vida e à ciência.

“E agora, sr. Feynman?” foi escrita pelo americano Peter Parnell a pedido do ator Alan Alda, da série de TV MASH e dos filmes de Woody Allen (Crimes e Pecados e Todos Dizem Eu te Amo, entre outros), e fez temporada na Broadway e em Los Angeles em 2001 e 2002. O titulo original “Q.E.D.”, referência à eletrodinâmica quântica que valeu a Richard Feynman o prêmio Nobel de 1965, foi mudado na versão brasileira para atender melhor à adaptação feita por Oswaldo Mendes e Sylvio Zilber, em que se destacou a relação do físico com o Brasil, ausente no espetáculo americano.

Ficha Técnica
Do original QED de PETER PARNELL 
inspirado nos escritos de Richard Feynman
 e “Tuva or Bust” de Ralph Leighton
tradução FERNANDO PAZ
adaptação OSWALDO MENDES e SYLVIO ZILBER
direção SYLVIO ZILBER
com 
OSWALDO MENDES
 e MONIKA PLÖGER
cenário Carlos Palma
figurino Pablo Moreira

trilha sonora Sérgio Yamamoto

iluminação Gisele Scudelio
operação de luz Jonas Ribeiro
produção executiva Adriana Dham
relações educacionais
 Rosangela Desider
relação com autores estrangeiros e direitos 
internacionais Adriana Carui
direção de produção e
 administração Carlos Palma
assistente de administração 
Adriana Dham
apoio operacional Glaciane Rocha

edição de arte Adriana Carui

fotos Osvaldo Mota

assessoria de imprensa
 Paulo de Simone

“Oswaldo Mendes e Monika Plöger: 
um show de interpretação”
Maria Lúcia Candeias (Gazeta Mercantil)

“…é sobretudo profundamente humano”
Salvador Nogueira (Folha de São Paulo)


▫️ 20 MIL LÉGUAS SUBMARINAS, UFA!


Estreia 2005

Duas crianças brincam com uma lâmpada, acreditam na magia da eletricidade e imaginam estar no submarino Nautilus inventado pelo Capitão Nemo. Num apagar e acender da lâmpada se veêm dentro da aventura literária criada por Júlio Verne. Defrontam com Nemo que quer mudar o fim da sua aventura. As crianças entram na história, transformadas em Ned Land e Professor Arronax, e passam a vivenciar as aventuras narradas pelo romance.

Elas entendem a vontade de Nemo mas se veêm impossibilitadas de mudar o rumo dos acontecimentos, pois eles já se encontram fixados nas páginas de um livro e na memória de todos. Tentam encontrar, por todos os meios, Júlio Verne. Incapazes, assistem o final da história, conscientes que a história delas está aberta ao futuro, enquanto a de Nemo já é parte do conhecimento comum.

A encenação está apoiada no trabalho do ator, em sua destreza corporal e vocal, como na sua capacidade de iludir, criando espaços e climas diferentes para cada sequência. O objetivo do Núcleo Arte Ciência no Palco ao adaptar e encenar 20.000 léguas submarinas, Ufa!, é resgatar a obra clássica de Júlio Verne, buscando com isso trazer as crianças e adolescentes uma visão da “ficção científica de antecipação” do século XX.

PRÊMIO APCA 2004 – cenografia Carlos Palma)
PRÊMIO COCA-COLA FENSA 2004 – cenografia Carlos Palma

Ficha Técnica
da obra de JULIO VERNE
adaptado para teatro por 
LICA NEAIME e CARLOS PALMA

direção 
FLAVIA PUCCI

com ADRIANA DHAM, FERNANDO PAZ, EDSON ALVES, EDGAR BUSTAMANTE

cenário CARLOS PALMA
figurino PABLO MOREIRA

trilha sonora SERGIO YAMAMOTO

iluminação GISELE SCUDELIO
adereços MARCELA DONATO

edição de arte ADRIANA CARUI

fotos OSVALDO MOTA
 e ADRIANA CARUI
cenotécnico PAULO MAGIONI
costureira JUDITE DE LIMA
produção executiva ADRIANA DHAM
apoio operacional GLACIANE ROCHA
produção e administração NÚCELO ACP

“A platéia é estimulada a aprender e brincar
sem precisar de brinquedos”
Dib Carneiro Neto (O Estado de S. Paulo)

“Vai ser difícil para a molecada tirar os olhos do palco… o visual criativo é usado para contar a história de Clara e Jorginho”
Ciro Bonilha (Jornal Agora SP)


▫️ A DANÇA DO UNIVERSO


Estreia 2005 (ver teaser)

“A síntese de um tributo” disse o autor.

A solidão de Isaac Newton, que vocifera contra tudo e contra todos, implacável seja com os seus inimigos, seja com os dogmas cristãos – “não sou cristão, eu me entendo com Deus Pai sem precisar do Filho nem do Espírito Santo”.

A miséria do luterano Johannes Kepler, que mendiga ajuda do católico Galileu Galilei e recebe um não – “posso dividir com o senhor os meus conhecimentos, que são preciosos, mas não os meus bens”.

O sofrimento de Santo Agostinho com as tentações da mente – “mais perigosas que as tentações da carne” – em conflito com o poeta Lucrécio, para quem “o medo é fruto da ignorância”.

A impotência de Einstein na despedida do amigo Charles Chaplin, expulso dos Estados Unidos pelo macartismo – “a única coisa que me resta é denunciar esse estado de coisas”.

A indignação de Mário Schenberg ao receber o título de professor emérito de uma instituição que o proibiu de dar aulas durante a ditadura militar no Brasil – “a convivência acadêmica prejudica a clareza das idéias”.

Ao refletir sobre a vida e as idéias de personagens fundamentais na aventura do conhecimento, o espetáculo A DANÇA DO UNIVERSO é um tributo a todos que na arte e na ciência ajudaram, segundo Brecht, a aliviar o peso da existência humana, por sua luta contra a ignorância e o obscurantismo. Com a peça de Oswaldo Mendes, inspirada pelo livro de Marcelo Gleiser (parceiro neste projeto), o grupo Arte Ciência no Palco celebra o Ano Mundial da Física e o centenário da Teoria da Relatividade.

Pré-estréia no Festival de Curitiba
Temporada em Portugal (Lisboa e Aveiro)

Ficha Técnica
de OSWALDO MENDES

inspirado no livro homônimo de MARCELO GLEISER
direção Soledad Yunge
elenco (em ordem alfabética) 
Adriana Dham, 
Carlos Palma
, Edgar Bustamante, 
Edson Alves, 
Monika Plöger
, Oswaldo Mendes
, Selma Luchesi
, 
Rogério Romero, 
Lilian Blanc e Vera Kowalska
cenário Carlos Palma
figurino Marichilene Arteviskis

composição musical Oswaldo Mendes e Edgar Bustamante
trilha sonora Sérgio Yamamoto

iluminação Gisele Scudelio
operação de luz Jonas Ribeiro
assistente de direção Erika Montanheiro
preparação corporal Cuca Bolaffi
edição de arte Adriana Carui
fotos Zuza Blanc
administração Carlos Palma
produção executiva Cristina Fischetti
assistente de produção executiva Adriana Dham
apoio operacional Glaciane Rocha
realização Núcleo ACP 
da Cooperativa Paulista de Teatro

▫️ OXIGÊNIO

Estreia 2006

O que é uma descoberta? Por que é tão importante ser o primeiro numa descoberta? Essas são as questões que preocupam os personagens desta peça. Oxigênio se alterna entre 1777 e 2001 – o ano do Centenário do Prêmio Nobel – quando a Fundação Nobel decide lançar um Prêmio Nobel retroativo para as grandes descobertas anteriores ao estabelecimento do Prêmio Nobel há cem anos. A Fundação pensa que será fácil, que o Comitê de premiação estaria lidando com uma época em que a Ciência era feita apenas “pela Ciência”, e as descobertas eram simples, puras, imunes à controvérsia e a reclamos de prioridade…
Os temas éticos sobre prioridade e descoberta, que estão no centro desta peça, são tão atuais hoje quanto foram em 1777. Também são atuais as ironias das revoluções: Lavoisier, o revolucionário da Química, foi um político conservador que perdeu a vida durante o terror jacobino. Priestley, o político radical expulso da Inglaterra pelo apoio que concedeu à Revolução Francesa, foi um químico conservador. E Scheele queria apenas administrar a sua farmácia em Köping, e fazer experiências científicas nas horas vagas. Durante muito tempo, ele – o primeiro homem sobre a Terra a sintetizar oxigênio no laboratório – foi o que menos crédito recebeu por sua descoberta. Será que essa situação pode ser reparada 230 anos depois?

Ficha Técnica
de Carl Djerassi e Roald Hoffmann
tradução Juergen Heinrich Maar
direção Sylvio Zilber
com Carlos Palma
, Monika Plöger, 
Oswaldo Mendes, Adriana Dham, 
Vicente Latorre, 
Lilian Blanc e elenco em vídeo Javert Monteiro
 e Martholomeu de Hara
cenografia Cristina Fischetti
figurino Elena Toscano

trilha sonora Sérgio Yamamoto
iluminação Anselmo Alves
assistente de direção: Raquel Araújo
adereços Marcela Donato e Bira Nogueira
flauta Hugo Hori
teclado Davi Pasqua
técnico de palco Reynaldo Thomaz
cenotécnico Ricardo Ariel Garcia Perez
consultoria cultural: Adriana Chung
comunicação e direção de arte Adriana Carui
editoria Oswaldo Mendes
assessoria de imprensa: Paulo de Simone

fotos Zuza Blanc e Joana Mattei
criação de vídeo: Cadis Filmes
produção Adriana Carui e Carlos Palma
produção executiva Adriana Dham
assistente de produção executiva Aguinaldo Lago
apoio operacional Glaciane Rocha
transporte
Valdecir de Oliveira
realização Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro


▫️ AFTER DARWIN


Estreia 2007 (ver teaser)

Competição, ética, sobrevivência… até onde as idéias de Darwin nos afetam?

After Darwin aborda as relações e os conflitos do então jovem naturalista Charles Darwin com o capitão Robert Fitzroy durante a histórica viagem do Beagle. O espetáculo aproxima o personagem da vida contemporânea e reflete sobre a atualidade da sua teoria da evolução das espécies pela seleção natural.

A influência do ambiente, a vantagem dos mais fortes e mais aptos no processo de sobrevivência e os conflitos de valores são projetadas em After Darwin no cotidiano das relações humanas e das estruturas sociais.

O espetáculo estreou em 18 de maio de 2007 e participou da programação da exposição internacional DARWIN, realizada pelo Instituto Sangari (organizada pelo American Museum of Natural History – NY) no Museu de Arte de São Paulo – MASP.

Ficha técnica
de Timberlake Wertenbaker
tradução Fernando Paz
adaptação Oswaldo Mendes
direção Rachel Araújo
elenco 
Carlos Palma, 
Oswaldo Mendes
, Vera Kowalska
cenário Carlos Palma
figurinos Daniel Infantini
trilha sonora Sérgio Yamamoto
iluminação Adriana Dham
assistente de direção Gustavo Sol

assessoria especial Nelio Bizzo
edição de arte Adriana Carui
pintura cenotecnica Juliana Garcia
agradecimento especial aos alunos e funcionários da PUC-SP que deixaram as suas marcas (de pés e mãos) na rotunda do cenário do espetáculo em ação criativa do Núcleo ACP
produção executiva e administração Carlos Palma
assistente de administração Adriana Dham
relações educacionais Rosangela Desider
relação com autores estrangeiros e direitos internacionais Adriana Carui
editoria de textos Oswaldo Mendes
apoio operacional Glaciane Alves Rocha
realização
 Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro

Grupo em residência no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP


▫️ A CULPA É DA CIÊNCIA?


Estreia 2008

Imagine-se sem celular e todos os seus recursos, sem cartões magnéticos para todas as funções, sem internet para comunicar-se com o vizinho ou com o amigo distante.
Imagine um mundo sem exames de DNA, sem transplantes e implantes de órgãos, sem os sofisticados equipamentos médicos e hospitalares, sem remédios de última geração.
Imagine a sua casa sem as facilidades dos eletrodomésticos, informatizados ou não.

A crescente automação pode ser um elemento facilitador das nossas rotinas, mas carrega um potencial de transformação da vida social que está para além dos limites da ciência e da sua face mais visível, a tecnologia.

A caminho de dez anos de atividades, o núcleo Arte Ciência no Palco estréia o seu 12º espetáculo: “A culpa é da ciência?”. Resultado de um processo colaborativo de criação, ele nos coloca diante das conquistas da ciência e da tecnologia, e com humor reflete sobre os benefícios, riscos e responsabilidades que tais conquistas nos impõem. “A culpa é da ciência?” é fruto do pensamento artístico sobre os produtos da ciência e seus desdobramentos na vida humana. Uma percepção analógica frente ao mundo digital.
O espetáculo procura dialogar especialmente com a geração nascida sob o signo da era digital e discutir as relações humanas em uma sociedade submetida à dependência tecnológica no seu cotidiano.
Um experimento musical que fala ao homem comum e anônimo que se beneficia dos avanços da ciência, mas não questiona as mudanças que esses avanços provocam em sua vida de cidadão e nas suas relações pessoais.

Projeto contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo

Etapas Realizadas
•TEMPORADA DO ESPETÁCULO
•CICLO DE PALESTRAS
(ordem cronológica)
com Carlos Palma, João Zanetic, Oswaldo Mendes, Silvana Garcia, Edgard de Assis Carvalho, Ubiratan D’Ambrósio, José Luiz Goldfarb, Luiz Carlos de Menezes, Rogério Rosenfeld, Ernesto D’Orsi, Nélio Bizzo e Ildeu de Castro Moreira
•DIÁLOGOS COM O GRUPO
(ordem cronológica)
com Carlos Byington, Fernando Neves, José Carlos Bueno, Rogério Toscano, Sara Elena Hassan e Wagner Wuo

Ficha técnica
criação coletiva com dramaturgia final de Oswaldo Mendes e Alessandro Greco
com
 (em ordem alfabética) Adriana Dham
, Ana Fuser
, André Falcão
, Carlos Palma
, Carol Leiderfarb, 
Edson Alves, 
Lílian Blanc
, Monika Plöger
, Paula Lopez
, Roberta Gonzalez, Renato Rodrigues, 
Selma Luchesi, Sérgio Yamamoto,
Vera Kowalska
direção Rachel Araújo
direção musical e preparação vocal Carlos Bauzys
criação e composição musical Carlos Bauzys, Sérgio Yamamoto, Oswaldo Mendes, Rachel Araújo e elenco
cenografia Carlos Palma
figurino Daniel Infantini
iluminação Domingos Quintiliano
coreografia e preparação corporal Renato Rodrigues
adereços Marcela Donato
edição de arte Adriana Carui
hotsite de estreia Maira Fernandes Silva, Guido Otero e Rafael Mielnik
fotos Lenise Pinheiro e Zuza Blanc
photoshop Adriana Carui
produção executiva Cristina Fischetti
operação de luz Jonas Ribeiro
serralheria Alcides Ulian
captação de apoios Vera Kowalska
relações educacionais Rosângela Desider
assessoria de comunicação Paulo Duek
administração Adriana Dham
apoio operacional Glaciane Rocha
realização
 Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro

Grupo em residência no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP

▫️ REBIMBOCA & PARAFUSETA


Estreia 2008

Seu Sabiá é um artesão do teatro (cenotécnico), que ao anoitecer, quando se prepara para descansar para a estréia do dia seguinte, é surpreendido por Rebimboca e Parafuseta, que surgem de sua caixa de ferramentas juntamente com Dona Arruela. Elas querem representar, tanto quanto Seu Sabiá que sempre desejou também ser ator. Depois de certa relutância dele, decidem pela improvisação de um nova história e pela utilização da linguagem rimada.

O problema surge quando Seu Sabiá não encontra a peruca que o transformará num príncipe prestes a se casar com sua amada. Acostumado a mentir, Seu Sabiá, em sua improvisação, também irá mentir, revelando que poderá impedir seu casamento. Rebimboca e Parafuseta — dispostas a tudo explicar e na “ponta da língua” terem a solução para todos os problemas — embarcam na história inventada por Seu Sabiá.

Assim fazem surgir a terrível Mentira Cabeluda, que cada vez mais amplia seu poder diante do aumento descontrolável da mentira no mundo. Deverá Seu Sabiá enfrentar a Mentira Cabeluda, recuperando assim a sua peruca? Rebimboca e Parafuseta, imbuídas de firme espírito científico que para tudo sempre tem uma explicação, juntas com Dona Arruela, preparam uma grande surpresa: a grande revelação para o Príncipe Mentiroso. Ou será para o Seu Sabiá?

PRÊMIO COCA-COLA FEMSA – indicação Cenografia
PRÊMIO COCA-COLA FEMSA – indicação Composição Musical
PRÊMIO COCA-COLA FEMSA – indicação Figurino

Ficha técnica
de Carlos Palma
direção Dagoberto Feliz
elenco Adriana Dham, 
Edson Alves, 
Lilian Blanc
, Monika Plöger
músico Sérgio Yamamoto
composição musical Dagoberto Feliz
assistente de direção Joana Mattei
cenário Carlos Palma
figurinos Daniel Infantini
adereços Marcela Donato e Bira Nogueira
edição de arte Adriana Carui
pinturas/cenotecnia Juliana Garcia
produção executiva e administração Carlos Palma
assistente de administração Adriana Dham
relações educacionais Rosangela Desider
editoria de textos Oswaldo Mendes
apoio operacional Glaciane Alves Rocha
realização
 Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro

Grupo em residência no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP

▫️ BIG BANG BOOM

Estreia 2010

A pequena Maria com Big e com Bang – dois personagens “partículas” do início de tudo – irão colocar ordem no Universo, que é feito de partes de sonhos e partes de fantasias. Como num quebra-cabeças onde carros alegóricos são montados, num enredo em que Maria, entre perdas e perguntas, ainda quer saber algo que nunca ninguém imaginou questionar mas…
todos adoramos um quebra-cabeças! O segredo do jogo (e da peça) é montá-lo com as pistas que o universo nos mostra.

PRÊMIO COCA-COLA FEMSA – indicação Categoria Especial

Ficha Técnica
dramaturgia, cenário e direção Carlos Palma
com Adriana Dham, Monika Ploger, Cleber Martins, Luciana Mizutani (standing) e elenco em participação audiovisual Oswaldo Mendes e Vera Kowalska
composição e direção musical Tato Fischer

preparação corporal e direção gestual Luciana Mizutani
figurinos e assistente de direção Adriana Carui
iluminação Jonas Ribeiro e Carlos Palma
trilha sonora Sergio Yamamoto
arranjos musicais Marcelo de Souza
esculturas em papelão e máscaras Carlos Palma
efeitos cenográficos Claudio Lux
colaboração em cabelo e maquiagem Vera Kowalska
acompanhamento dramatúrgico Oswaldo Mendes

assessoria de imprensa Canal Aberto
audiovisual (projeções e registro) Videologia
coordenador de produção (audiovisual) Giuliano Novi
roteiro (audiovisual) Carlos Palma
editor (audiovisual) Jean Garcia
editor/grafismo  (audiovisual) Juciê Nascimento Junior – recorte e vetor (carros) Adriana Carui
assistente de edição  (audiovisual) Lilian Brito
cinegrafista Jeferson Garcia
stopMotion (abertura) Adriana Carui
realização e produção Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro
apoio especial Ernesto D’Orsi 
(em memória)
apoio cultural Etapa Ensino e Cultura e Amana-key Desenvolvimento e Educação

▫️ CRIANÇAS DA NOITE


Estreia 2012

Varsóvia, 1942.
Mais um menino chega ao orfanato do médico e educador Janusz Korczac, pioneiro na defesa dos direitos da criança.

Quem o traz é Adam Czerniakov, presidente do Conselho Judaico do gueto, que resgatou o menino das mãos da polícia. A partir desse incidente, desenrola-se o embate entre os dois amigos, tendo a criança como pivô. Já não há o que comer. Korczak embrenha-se na noite do gueto em busca de comida.

Czerniakov desesperadamente negocia com os nazistas as listas de pessoas que serão deportadas para o leste. Será – Korczak questiona – que só sobrevive quem não tem escrúpulos?

Enquanto isso uma noite cultural é preparada no orfanato, prática pedagógica que, nas circunstâncias, também ajuda a afastar por um momento o terror que ameaça a vida em todo o gueto. O desfecho histórico é conhecido e está fartamente documentado.

Em cena o que interessa ao Arte Ciência no Palco são as ideias e posições desses dois homens e a necessidade que temos de entender como a barbárie chegou não só àquele estágio da guerra, mas à nossa vida e história atuais.

Em que momento perdemos nossa humanidade, nossa capacidade de deter o olhar na dor do outro e não apenas na nossa própria dor? O que ainda, afinal, nos faz humanos?

A vida desse educador exemplar, Janusz Korczak, e a sua coragem diante da dor certamente nos ajudam nessa difícil e sempre urgente reflexão.

Ficha técnica
autor Gabriel Emanuel
 (Wiseman)
tradução Fernando Paz
direção Marco Antonio Rodrigues
com Carlos Palma, Joana Mattei e Roberto Arduin
assistente de direção Adriana Dham
figurinos Marichilene Artisevskis
design de luz Aline Santini
trilha sonora Sérgio Yamamoto
cenografia Carlos Palma
gestual Joana Mattei
projeções Zeca Rodrigues
produção executiva Vera Kowalska
idealização e formatação Adriana Caruí
realização e produção Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro
apoio cultural Etapa Ensino e Cultura e Amana-key Desenvolvimento e Educação

Projeto contemplado no edital do Centro de Cultura Judaica – Prêmio 2011

▫️ CANTINA DO LUCA

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Estreia 2013

Numa cantina italiana um homem está ali para saborear uma pizza. O garçom trajando um figurino de frade, serve-o não com a desejada pizza, mas sim com saborosas informações históricas da vida de Luca Paciolo, informações que nascem do próprio cardápio
que é apresentado ao freguês.

Da sua origem, da sua profunda relação com a matemática, do seu relacionamento com o grande artista florentino Leonardo da Vinci, e da idéias de Leonardo Fibonacci, matemático importante da idade média, o ator desenvolve sua performance com um boneco (freguês), atuando como ventríloquo e interagindo com a platéia de forma bem humorada, diante de seguidos embates
e de demonstrações matemáticas.

Ao final o freguês irá registrar em seu livro contábil uma noite de variadas reflexões filosóficas. Luca Pecíolo é o patrono da Contabilidade por ter criado o “método das partidas dobradas”.

Esta bem humorada e interativa performance foi criada especialmente para eventos promovidos pela Confederação Brasileira de Contabilidade, posteriormente em cartaz no Teatro de Arena Eugênio Kusnet em 2014, na entrada da plateia era servido uma taça de vinho aos presentes.

Ficha técnica
texto e interpretação Carlos Palma
direção Oswaldo Mendes
cenografia, pinturas e construção do boneco Carlos Palma
trilha sonora e iluminação Adriana Dham
realização e produção Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro
apoio cultural Etapa Ensino e Cultura e Amana-key Desenvolvimento e Educação

▫️ NO MUNDO DE ARTHUR


Estreia 2014

Divertida aventura contada e vivida por dois dos principais personagens de Arthur Conan Doyle: Sherlock Holmes e Edward Challenger (O mundo perdido).

Houdina e Houdinéia, duas fracassadas mulheres mágicas, se transformam subitamente nos personagens de Conan Doyle. De Londres ao Amazonas estarão incumbidas de achar o famoso osso de Piltdow, roubado do cofre de Arthur Conan Doyle. No transcorrer da investigação pistas são dadas levando no final ao autor do sumiço do osso, com um surpreendente desfecho.

Indicado para crianças acima de seis anos o espetáculo revela o poder da literatura, a reconciliação dos opostos, a importância da capacidade imaginativa do ser humano e o processo dedutivo na solução de seus problemas.

“Quando já eliminaste o impossível, o que sobra, por mais improvável que pareça, só pode ser a verdade” – Arthur Conan Doyle

Ficha técnica
texto/direção/cenografia CARLOS PALMA
com ROGÉRIO ROMERA, ADRIANA DHAM, MONIKA PLÖGER
composição e direção musical TATO FISCHER
figurino CARLOS COLABONE
design de luz GISELE JORGETTI
adereços e pinturas CARLOS PALMA
edição de arte ADRIANA CARUI
produção de objetos MONIKA PLÖGER
contra-regra GUSTAVO TOVO
coordenação técnica TONINHO RODRIGUES
operação de som DANNY FRAZÃO
operação de luz CIDA FRANCO

Espetáculo contemplado no 18º Festival de Cultura Inglesa/2014
Produzido originalmente para este Festival

▫️ MATÉRIA OBSCURA

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Estreia 2014

No mágico intervalo entre a vigília e o sono, mergulhados em fragmentos de personagens e episódios da ciência quatro atores se perguntam por que e pra que fazer teatro.

Como a matéria escura que ocupa boa parte do Universo, mas ainda é um mistério, a existência da matéria obscura do teatro também se comprova pela sua força gravitacional e pela sua capacidade histórica de investigar a condição humana até às últimas consequências.

Os enunciados transformadores propostos pela ciência
– da seleção natural de Darwin ao princípio da Incerteza de Heisenberg – desafiam o teatro a romper padrões e atirar-se na Surpreendente zona obscura das conexões impostas por temáticas e questionamentos novos.

A um novo Homem impõe-se um novo Teatro. Qual?
A provocação está lançada.

Ficha técnica
dramaturgia
Carlos Palma e Oswaldo Mendes
direção Rubens Velloso
elenco Carlos Palma, Oswaldo Mendes, Adriana Dham e Rogério Romera
iluminação Rubens Velloso
figurino e produção executiva Carolina Semiatzh
produção, cenário e trilha sonora Núcleo ACP

Grupo em edital de ocupação do ARENA


▫️ INSUBMISSAS – MULHERES NA CIÊNCIA

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Estreia 2015

Quatro personagens contracenam em uma instalação de cordas, pedras e luzes que impõem delicado equilíbrio entre o tempo histórico e o tempo da representação. Marie Curie, Bertha Lutz, Rosalind Franklin e Hipátia de Alexandria contam assim sua difícil entrada e convivência no círculo machista da Ciência, que reproduz os preconceitos, a intolerância e as discriminações contra a mulher em diferentes épocas e lugares.

Dessas quatro mulheres em cena, Rosalind deu contribuição decisiva à pesquisa do DNA sem nunca ter o reconhecimento do prêmio Nobel; a cientista Madame Curie, embora premiada duas vezes com o Nobel, passou fome na França.

Acusada de exacerbar um conflito entre o governador e o bispo da Alexandria, em março de 415, a matemática e professora de filosofia e astronomia Hipátia foi assassinada por uma multidão de cristãos; e a bióloga brasileira Bertha Lutz fez da luta pelos direitos da mulher no século XX seu objetivo de vida.

Ficha técnica
de OSWALDO MENDES
direção CARLOS PALMA
elenco ADRIANA DHAM, LETICIA OLIVARES, MONIKA PLÖGER ROGÉRIO ROMERA, SELMA LUCHESI,VERA KOWALSKA
cenário e trilha sonora CARLOS PALMA
gravação da pianista ELIANA MONTEIRO DA SILVA e da meio-soprano Clarissa Cabral da obra de Clara Schumann
piano ATTILIO MASTROGIOVANNI com gravações de Chopin, Brahms, Prokofiev
figurinos CAROLINA SEMIATZH e BEATRIZ RIVATO
iluminação RUBENS VELLOSO

assistente de direção ANDRÉ FALCÃO
preparação corporal INÊS ARANHA
produtora executiva PATRICIA GORDO
contrarregra e montagem de palco GUSTAVO TOVO
operação de luz CIDA FRANCO
operação de som DANNY FRAZÃO
produção Núcleo ACP da Cooperativa Paulista de Teatro

Prêmio Shell  – indicado Melhor Dramaturgia Oswaldo Mendes
Prêmio APCA – indicado Melhor Dramaturgia Oswaldo Mendes
Prêmio Aplauso Brasil de Teatro – indicado Melhor Dramaturgia Oswaldo Mendes

Projeto contemplado no edital 2014 da FUNARTE – Fundação Nacional de Artes
Grupo em edital de ocupação do ARENA

▫️ PROMETEU DESPEDAÇADO

 

O Núcleo Arte e Ciência no Palco, contemplado pela 28ª edição de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo, estreia espetáculo inédito!
A companhia, desta vez, parte do mito de Prometeu para pôr em cena questões sobre a fragmentação do conhecimento. Estudiosos dos ramos da filosofia, antropologia, semiótica, artistas do Teatro compuseram o mosaico dos encontros para alimentar o grupo em seu mergulho sobre o mito e a ciência. Um jogo de enigmas é o que a dramaturgia de Flávio Moraes propõe, no qual professores têm que se juntar e procurar uma saída. Na encenação, a direção de Carlos Palma leva ao extremo o despedaçamento, inserindo imagens e textos que evidenciam o caos e a complexidade contemporânea. Haverá uma forma de juntar os elementos, os cacos de informação, as vontades e pulsões? Há saída? De quê e para onde? Se somos poeira da estrelas, como nos densificamos? Em “Prometeu Despedaçado” o fogo continua queimando entre nós.

FICHA TÉCNICA
Direção geral: Carlos Palma
Dramaturgia: coletiva
Texto: Flavio Moraes
Elenco: Adriana Dham, André Falcão, Antonio Ginco, Diogo Cintra, Leticia Olivares, Monika Plöger, Rogério Romera, Selma Luchesi e Vera Kowalska.

Cenografia: Carlos Palma
Figurinos e maquiagem: Kleber Montanheiro
Trilha sonora e direção musical: Demian Pinto
Direção de movimento: Mariusa Brêgoli

Assistente de direção: Ana Melquiades
Preparação corporal: Letícia Olivares (fase I) e Mariusa Brêgoli (fase II)
Preparação vocal: Frederico Santiago

Criação e produção das cabeças: Carlos Palma
Pinturas das cabeças e telão: Clarissa Olivares
Direção de arte: Adriana Carui e Carlos Palma
Comunicação e Web: Adriana Carui
Assessoria de Imprensa: Clarissa Olivares
Registro em Vídeo: ZYB Produções
Fotografia: Renato Grieco

Consultoria dramatúrgica: Oswaldo Mendes
Produção executiva: Patrícia Gordo e coletivo
Administração: Adriana Dham e Carlos Palma

Realização: Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro